A perda acumulada de 271.735,48 km², ou seja, 24,42% de área de floresta nativa no estado do Pará até 2019 é reflexo da dinâmica do uso da terra na Amazônia, onde o Estado exerce o papel de agente promotor de políticas públicas de desenvolvimento e ordenamento do território, o que dá origem a paisagens antropogênicas diversificadas. É possível diferenciar padrões relacionados ao modo de ocupação e vinculá-los à estrutura econômica dominante em diferentes escalas de espaço e tempo. Esta pesquisa teve por objetivo analisar a dinâmica do desmatamento a partir de diferentes usos da terra, na perspectiva da influência das políticas públicas e interesses econômicos no território paraense. Para tanto, foi analisado o desmatamento em três municípios considerando as atividades da mineração, pecuária e soja.
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