Segundo Relatório de Riscos Globais de 2024, a ocorrência de eventos climáticos extremos ocupou 2ª posição dos riscos prováveis mais severos segundo as percepções de cerca de 1.500 especialistas mundiais, em um horizonte de dois anos, seguido do risco tecnológico de desinformação; e a 1ª posição na próxima década (FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, 2024). Uma pesquisa brasileira realizada pela Confederação Nacional da Indústria, através do Instituto de Pesquisa de Reputação em Imagem, que entrevistou 2.021 cidadãos a partir de 16 anos nas 27 Unidades da Federação em 2022, aponta que o combate ao aquecimento global e as mudanças climáticas foi considerado o segundo aspecto prioritário para conservação do meio ambiente no Brasil, após o tratamento de água e esgoto (CNI, 2023). A mesma pesquisa revelou que 91% dos participantes perceberam alguma mudança na temperatura ou no clima nos últimos anos. Conforme outra pesquisa feita pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade, através da Inteligência em Pesquisa e Consultoria e em parceria com Yale Program on Climate Change Communication, envolvendo 2.600 pessoas maiores de 18 anos em todas as Regiões brasileiras, entre os anos de 2002 e 2023, 94% dos entrevistados concordaram que o aquecimento global está acontecendo, e 87% que esse pode prejudicar muito as gerações futuras (ITS RIO, 2022).
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