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TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL DO BRASIL À CONVENÇÃO-QUADRO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MUDANÇA DO CLIMA

A compilação destes estudos setoriais para a TCN evidenciou não só a robustez técnica dos trabalhos elaborados, mas, igualmente, a relevância dos re-sultados alcançados para os gestores e tomadores de decisão no âmbito de políticas públicas. Tal constatação motivou o MCTI a organizar a publicação que ora se apre-senta, dedicando o devido espaço à exposição do relevante salto dado neste campo do conhecimento no Brasil.

Dangerous Climate Change in Brazil

Agreement for the UK and Brazil to work together on climate-change issues was reached when President Lula visited the UK in March 2006. Today, our two countries still work together, with the same sense of urgency his visit inspired, to assess the impacts of climate change on Brazil and the effects of deforestation on the Brazilian climate. This report highlights what has been achieved so far through the cooperation and expertise of INPE and the Met Office.

Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil

Quando visitou o Reino Unido em março de 2006, o presidente Lula firmou um acordo de trabalho conjunto entre Reino Unido e Brasil sobre questões relativas às mudanças climáticas. Atualmente os dois países ainda continuam trabalhando juntos, com o mesmo senso de urgência que a visita do presidente inspirou, para avaliar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos do desmatamento sobre o clima do Brasil. Este relatório destaca o que se conseguiu até agora por meio da cooperação e da engenhosidade do INPE e o Met Office Hadley Centre (MOHC).

Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008

O modo como actuamos hoje relativamente às alterações climáticas acarreta consequências que perdurarão um século ou mais. Num futuro próximo, o resultado das emissões de gases com efeito de estufa não será reversível. Os gases retentores de calor emitidos em 2008 irão permanecer na atmosfera até 2108, e até para além disso. Por isso, as escolhas que actualmente fazemos não afectam apenas as nossas vidas, mas mais ainda as dos nossos filhos e netos. Isto faz das alterações climáticas um problema único, e mais difícil do que outros desafios políticos.

La Gestión de Riesgos de Eventos Extremos y Desastres en América Latina y el Caribe: Aprendizajes del Informe Especial (SREX) del IPCC

El Informe Especial sobre la Gestión de Riesgos de Eventos Extremos y Desastres en América Latina y el Caribe (SREX) fue encargado por el Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático (IPCC) en respuesta a la necesidad de proporcionar una asesoría específica sobre el cambio climático y los eventos meteorológicos y climáticos extremos (‘extremos climáticos’). El informe fue elaborado durante los últimos dos años y medio (2009-2011) con la participación de 220 autores expertos/as, 19 editores revisores/as y tomando en cuenta casi 19.000 comentarios. Es producto de tres rigurosos procesos de redacción, con revisión por parte de expertos/as y funcionarios/as gubernamentales. Los resultados, conclusiones y recomendaciones fueron aprobados por 194 gobiernos después de una reunión de cuatro días, en la que se aprobó el Resumen para Formuladores/as de Políticas.

Gerenciando Extremos Climáticos e Desastres na América Latina e no Caribe: Lições do relatório SREX IPCC

O Relatório Especial sobre Gerenciamento de Riscos de Eventos Extremos e Desastres para Promover Adaptação à Mudança do Clima (SREX) foram comissionados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) em resposta a uma reconhecida necessidade de fornecer conselhos específicos sobre mudança do clima, condições meteorológicas extremas e eventos climáticos (‘extremos climáticos’). O relatório SREX levou mais de dois anos e meio para ser escrito, foi compilado por 220 autores especialistas, 19 editores revisores, e levou em conta mais de 19.000 comentários.

Mudança do Clima 2007: Mitigação da Mudança do Clima – Contribuição do Grupo de Trabalho III ao Quarto Relatório de Avaliação

A contribuição do Grupo de Trabalho III ao Quarto Relatório de Avaliação do IPCC se concentra nas novas publicações sobre os aspectos científicos, tecnológicos, ambientais, econômicos e sociais da mitigação da mudança do clima lançadas desde o Terceiro Relatório de Avaliação (TRA) do IPCC e os Relatórios Especiais sobre Captação e Armazenamento de CO2 e sobre a Proteção da Camada de Ozônio e do Sistema do Clima Global.

Mudança do Clima 2007: Impactos, Adaptação e Vulnerabilidade – Contribuição do Grupo de Trabalho II ao Quarto Relatório de Avaliação

Este Sumário apresenta os principais resultados, no que se refere à formulação de políticas, do Quarto Relatório de Avaliação do Grupo de Trabalho II do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). O Relatório de Avaliação tem por objeto o entendimento científico atual dos impactos da mudança do clima nos sistemas naturais, manejados e humanos, a capacidade de adaptação desses sistemas e sua vulnerabilidade1 . Baseia-se nas avaliações anteriores do IPCC e incorpora novos conhecimentos gerados desde o Terceiro Relatório de Avaliação.

Mudança do Clima 2007: A Base das Ciências Físicas – Contribuição do Grupo de Trabalho I ao Quarto Relatório de Avaliação

A contribuição do Grupo de Trabalho I para o Quarto Relatório de Avaliação do IPCC descreve os avanços feitos na compreensão dos fatores humanos e naturais que causam a mudança do clima1 , as observações da mudança do clima, processos climáticos e atribuição, e estimativas da mudança do clima projetada para o futuro. Baseia-se em avaliações anteriores do IPCC e incorpora novas descobertas dos últimos seis anos de pesquisa. Os avanços científicos feitos desde a publicação do Terceiro Relatório de Avaliação (TRA) baseiam-se em grandes quantidades de dados novos e mais abrangentes, análises mais sofisticadas dos dados, melhor compreensão dos processos e sua simulação em modelos, e uma análise mais ampla das faixas de incerteza.

Sumário executivo – Impactos, vulnerabilidade e adaptação

Este documento apresenta as principais contribuições do Volume 2 do Primeiro Relatório de Avaliação Nacional - RAN1, do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, que foi estruturado de acordo com o escopo previamente definido pelos Coordenadores e Autores Principais dos capítulos do Grupo de Trabalho 2 (GT2). Os levantamentos aqui sintetizados resultam de uma extensa avaliação da literatura disponível no Brasil nos últimos anos, onde foram considerados os principais resultados do Grupo de Trabalho 2 do Quarto Relatório de Avaliação (AR4) do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em Inglês). Na elaboração do Volume 2 procurou-se: (i) identificar as vulnerabilidades do País frente ao aquecimento global; (ii) avaliar os diferentes impactos nos principais setores da economia e na sociedade de acordo com as projeções do clima até o final do século; e (iii) identificar estudos e medidas de adaptação às mudanças climáticas no Brasil até o ano de

Relatório de Atividades 2011-2013 – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas

Temos o prazer de apresentar o 3º Relatório de Atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT para MC), que resume os destaques científicos de seus 26 subprojetos de pesquisa, no período de setembro de 2011 a março de 2013. O documento traz ainda uma descrição resumida dos objetivos, da organização, da infraestrutura e do processo de formação de recursos humanos desta que constitui a maior e mais abrangente rede interdisciplinar de instituições de pesquisa em meio ambiente no Brasil.

Relatório de Atividades 2010-2011 – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas

O 2º Relatório de Atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT para MC) apresenta os destaques científicos de seus 26 subprojetos de pesquisa, no período de setembro de 2010 a agosto de 2011. Traz ainda uma descrição resumida dos objetivos, da organização, da infraestrutura e do processo de formação de recursos humanos desta que constitui a maior e mais abrangente rede interdisciplinar de instituições de pesquisa em meio ambiente no Brasil.